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8 plantas muito utilizadas na decoração, mas que são tóxicas para animais de estimação, confira!

As plantas são itens perfeitos para incrementar a decoração de seu lar de maneira econômica e sem trabalho. Além disso, cuidar delas pode ser um processo terapêutico e relaxante, ajudando a desestressar.

No entanto, é muito importante ser criterioso na escolha das plantas, principalmente se tiver animais de estimação. Algumas são tóxicas e podem fazer mal para seu cachorro ou gato.

Veja a seguir, as 8 plantas tóxicas mais utilizadas em casa! Você possui algumas dessas?

Confira quais são as mais perigosas!

1. Samambaia

As samambaias são muito utilizadas na decoração, sobretudo por ter um efeito pendente que dá um charme extra ao ambiente. No entanto, suas folhas são tóxicas e podem causar sintomas como febre, hemorragia na pele (suor com sangue) e diarreia com sangue.

2. Comigo-ninguém-pode

Apesar de ter folhas belas e imponentes, a comigo-ninguém-pode é uma planta que causa intoxicação nos animais de estimação. A seiva dessa planta provoca irritação em mucosas, edema nos lábios, língua e palato.

Além disso, a ingestão da planta pode causar cólicas abdominais, náusea e vômito. Se entrar em contato com os olhos do animal, há o risco de edemas, lacrimejamento e fotofobia.

3. Espada de São Jorge

A espada de São Jorge é muito utilizada na decoração por ser resistente a danos e também porque se acredita que pode trazer prosperidade ao lar.

Porém, ela pode ser tóxica para animais de estimação, mas em um grau menor do que as outras plantas citadas até aqui. A ingestão da espada de São Jorge pode causar salivação intensa, dificuldade de respiração e de movimentação.

4. Bico de papagaio

A planta bico de papagaio possui seiva que provoca lesão na pele e mucosas, coceira e queimação na pele, náuseas, vômitos e gastroenterite.

Trata-se de uma planta muito utilizada em decorações de Natal e final de ano, por isso é comum o aumento de caso de intoxicações de animais de estimação nessa época do ano.

5. Hera

A hera é uma planta tóxica por ter urushiol, que é um óleo que irrita mucosas, provoca coceira intensa, irritação nos olhos e na boca, além de dificuldade de deglutição e de respiração.

6. Lírio

O lírio é muito utilizado na decoração interna e em quintais, por sua flor ser ornamental e ter cheiro agradável. No entanto, é uma espécie tóxica e sua ingestão pode provocar irritação na boca, nas mucosas e nos olhos.

A planta também deixa a pele seca e avermelhada, provoca agitação psicomotora, dificuldade para engolir, alucinações e delírios, bem como problemas respiratórios.

7. Azaleia

A azaleia encanta por sua beleza, principalmente de suas flores, e por isso tende a ser muito utilizada na decoração interna e em jardins. Porém, muitos desconhecem que oferece grau de toxicidade de moderado a grave em animais de estimação.

O consumo da planta pelos pets pode causar salivação intensa, vômitos, perda de apetite, diarreia, queda de pressão, arritmia cardíaca, convulsões, cegueira, tremores, fraqueza e coma.

8. Tulipa

Apesar da beleza da planta e de ser muito popular, a tulipa também é tóxica, principalmente para gatos.

Entre os principais sintomas que pode provocar estão a diarreia, vômitos e irritação gástrica.

Como evitar plantas tóxicas na decoração?

Antes de comprar uma planta que goste muito, é importante fazer uma pesquisa para descobrir se é tóxica para animais de estimação. Dessa forma, é possível evitá-la na decoração;

Se gostar muito de uma planta e descobrir que ela é tóxica, recomenda-se utilizá-la em um local de difícil acesso ao animal e sempre ter o cuidado de remover rapidamente folhas que caem no chão.

Há uma alternativa ainda mais segura: substituir a planta natural pela versão artificial.

O que fazer em caso de intoxicação por planta?

Ao identificar o sintoma causado de intoxicação pelo consumo da planta, recomenda-se encaminhar seu animal de estimação para o veterinário. Quanto antes fizer isso, melhor. Assim, conseguirá evitar o agravamento do caso.

Evite dar receitas caseiras para amenizar sintomas, muito menos remédios, a não ser que já tenham sido prescritos pelo veterinário. Dessa forma, evita-se mascarar sintomas temporariamente e se faz o tratamento correto, minimizando o risco de complicações ao seu animal de estimação.

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